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Reeleição

A cada dia que passa mais e mais precisamos ser redundantes e repetitivos quanto a nossa opinião, do que entendemos ser o melhor para todos e não para uma meia dúzia.

O povo se auto sabota e é fácil entender o porquê. Sempre somos enganados, iludidos e golpeados, mas sempre acreditando que no final vamos levar vantagem. Latinos que somos, nos deixamos enganar com possíveis privilégios. Acabamos por ficar prisioneiros de interesses eleitorais de um grupo que aprendeu a gerir a massa com promessas e sempre trabalhando em benefício próprio.

Nossos líderes parecem pilotos que apenas querem controlar o navio, mas como o Titanic, estamos em direção ao iceberg que vai nos afundar e parece que ninguém está nem aí com o estrago.

Ao longo dos anos passamos por inúmeros problemas políticos e muitos ditadores populistas, a exemplo de Getúlio Vargas. Vivemos uma republiqueta medíocre e mentirosa desde 1889. A cada quatro anos mergulhamos em esperança de renovação e do ‘agora vai’. Em toda a história republicana repetem-se as mesmas efusivas declarações e promessas para um amanhã melhor que logo se esvaziam na velha forma de governar. É mais do mesmo.

Se quem está no comando do navio, mas não atendeu anseios pessoais de alguns deve ser destituído, mas os incompetentes cheios de promessas devem ser mantidos.

Ao perpassar todos os prefeitos e vereadores que já tivemos, vemos mais a mediocridade do povo que dos próprios incompetentes e desqualificados que ocuparam o executivo e cadeiras no legislativo. Através de falácias alguns bobos da corte, que se acham capazes, buscam iludir o povo encostando-se em ícones da política nacional que possuem a simpatia do povo para conquistarem poder. Por burrice ou falta de conhecimento buscam a aglutinação de pessoas com pensamentos e ações totalmente opostas, mas que queiram buscar o melhor para o pequeno grupo e não para todos. Não nos esqueçamos que muitos políticos estão mais engajados na busca de um galho na sombra do que trabalhar para o progresso e, principalmente, para o desenvolvimento do nosso município.

Os bons possuem grandes dificuldades para gerarem raízes enquanto as ervas daninhas se proliferam e se reelegem. Quem semeia vento, colhe tempestade. Na reeleição do mal, colheremos a pobreza. Na reeleição do bem podemos mudar nossos destinos expurgando as ervas daninhas que só sabem criticar e nada fazem em benefício da comunidade.

Lembre-se, manter a boa raiz nos trará mais progresso e qualidade de vida.

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