SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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MODA

Sorry!

O mundo fashionista é demais. A gente sai para dar uma voltinha fora de casa e acaba voltando cheio de sacolas que não precisa. Aliás, ultimamente eu estou fazendo igual a protagonista do filme “Os delírios de Consumo de Beck Bloom”; para cada objeto que eu pego na mão eu me pergunto: - Eu preciso mesmo disso?

Não falo somente dos valores dos produtos, mas o diferencial de oportunidades, sempre nos deixa em dúvida sobre se realmente a escolha foi a correta.

E falando em diferencial, dei uma folhada na Elle neste último mês e me deparei com peças maravilhosas e ao mesmo tempo em que, simples, sofisticada. Amei o editorial e principalmente as fases em que a revista trouxe artistas, cantores e modelos na década de 50 e 60 que ditaram moda.

O que me espanta ainda é que algumas grifes, continuam faturando e superfaturando muito sobre algumas peças. Bolsas que custam um carro popular, e vestidos que daria para comprar uma passagem de ida e vol ta para a Europa e ainda comprar muitas coisinhas de presente para os parentes e amigos. Absurdo puro. Em contrapartida, estamos falando do exclusivo. Você não encontrará ninguém no universo usando uma peça igual a sua.

Exclusividade é isso. Custa caro mesmo.

DICAS Jóias e acessórios

Use muito couro. Está na moda e acompanhado por metal fica ainda melhor

As pulseiras ganham cortes a laser e as estampas indianas estão de volta

Ainda dá tempo de usar o branco com aquela sandália hipercolorida que está a tempos guardada para uma ocasião especial.

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