Perdão

O tema perdão vai e vem, nas nossas vidas. Desde criança ouvimos falar na família, escola, religião e cultura. Falar sobre o perdão, ou seus sinônimos como desculpa, absolvição, relevamento e outras é complexo, mas podemos fazer umas breves considerações sobre o perdão. O perdão não é uma ação. É um encadeamento mental ou da alma, que tem por objetivo descontinuar o ressentimento tóxico, um dos principais, a raiva, contra outra pessoa ou contra si mesmo, consequência de uma ofensa vista, por distinção, erros ou fracassos. Perdoar é um potencial a ser desenvolvido, e requer treino.
Perdoando, você admite a responsabilidade pelos seus sentimentos. Você se
Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal sente mais forte e reafirma o controle do seu destino. “Perdão é para você e não para o autor da afronta, pois perdoar é remédio para a sua cura e não para a cura ou impunidade da pessoa que lhe fez sofrer. Perdoar é a paz que você aprende a sentir quando libera quem lhe fez mal”. (Vieira, 2017). Ao perdoar você adquire maior controle sobre os seus pensamentos, além de melhorar sua saúde física e mental, isto é libera espaço na sua mente e emoções para coisas mais positivas.
Perdão é sair da situação de vítima sofredora. Perdão é uma escolha, você rompe com o link de acesso do sofrimentoseli bert ando asu avidafiui melhor.
É uma decisão feita por você sem esperar nada em troca, e pode acontecer e sem que a pessoa em questão saiba(por exemplo,uma pessoa pode perdoar outra pessoa que já não está mais viva ou que faz tempo que não vê). O perdão é a atitude de se desatar do ressentimento.
“Não impõe condições humilhantes, tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras”. (Vieira, 2017). Vem do coração. As variáveis de ressentimento que merecem ser trabalhados pelo perdão são: indiferença;
mágoa;rancor;raiva;ódio.
Para Vieira (2017) o Perdão não é fechar os olhos para os maltratados; não é esquecer algo doloroso; não é necessariamente se reconciliar com o autor da injúria; não é absolver o mau comportamento; não é negar ou diminuir seu sofrimento; não significa desistir de ter bons sentimentos e esperanças. É não mais se permitir ficar num nível de consciência que faz mal.
Fontes: Vieira, Paulo. Poder e Alta Performance.
São Paulo: Gente. 2017.






