Das coisas do cotidiano
Infelizmente, o mundo mudou. Ou felizmente, também. Depende do ponto de vista. Depende de como vivemos nossa vida no dia a dia. Depende de como somos tratados e de como tratamos o próximo. A vida em família, a vida em sociedade, a vida em ambiente profissional, por vezes, pode ser desgastante, dura e até injusta. Porém, é preciso saber lidar com os desatinos que a vida nos proporciona. Muitas vezes, por exemplo, desmoronamos em pessoas que nada tem a ver com nossos problemas. No trabalho, mais comumente,éfácildescarregarsuaraivaacumuladaem seu colega que nem sabe por que está ouvindo uma bronca sua, quando é só bronca. E sua raiva, na maioria das vezes, sequer está ligada ao ser humano que acaba deserofendido/xingadoporvocê.
“Tudoissoocorrepelosimplesfatodequeninguém suporta guardar dentro de si por muito tempo as tristezas e decepções que se avolumam no dia-a-dia. Uma hora ou outra, aquilo tudo tem que sair e, infelizmente, muitas vezes acaba vindo à tona junto a quem nem imagina o porquê daquele destempero. Com isso, covardemente descontamos nossa raiva em quem não tem nada a ver com ela.” (Marcel Camargo, obviousmag.org)
Simples assim. Triste, mas simples. Por que não dar uma respirada antes de“soltar os cachorros”pra cima de alguém? Talvez seja a pessoa errada. Muitas vezes é. Quase sempre é.





