SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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Viver e Conviver

Cleptomania

Sempre ouvimos falar de pessoas que cometem pequenos furtos sem explicação para a necessidade de possuir tal objeto. Por exemplo, pessoas que furtam objetos irrelevantes, que geralmente, já possuem.

Segundo as últimas pesquisas, esta neurose comportamental pode apresentar sinais logo na infância, ser de origem genética e ser formada perto dos sete anos de idade.

São hábitos impulsivos de pegar objetos dos outros, como dito popular: “é de pequeno que se torce a orelha”, isto é, desde a infância devemos ensinar valores éticos e morais.

As vezes a criança chega em casa com pequenos objetos, tais como, materiais escolares e as vezes um brinquedo de outro colega, dizendo que o ganhou. Dessa forma muitas crianças cometem pequenos furtos, e às vezes os pais não dão a devida importância para este comportamento. Assim, a criança permanecerá sem orientação adequada, acreditando não ter cometido nada de errado e achando a atitude natural. Os pais e responsáveis precisam conversar com a criança, e escutá-la para sanar possíveis problemas futuros.

Se conversar com a criança não resolver o problema e ela ainda continuar a furtar pequenos objetos de colegas, é bom avaliar mais de perto com um profissional qualificado para tal situação.

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A Cleptomania ou roubo patológico, é um distúrbio mental, que precisa de tratamento. Essa impulsividade de roubar é diferente do roubo intencional, a qual as pessoas fazem em geral por falta de caráter e, as vezes por necessidade.

Hoje, se denomina a doença como Transtorno do Controle dos Impulsos, já que se apresenta comportamento repetitivo incontrolável.

Ao que tudo indica, não há diferença de classes sociais ou econômicas, os roubadores patológicos roubam por compulsão e acabam sentindo culpa, depressão, ansiedade e vergonha após o ato de roubar, e o roubador por vingança, apesar de apresentar desordem de conduta ele está sempre contra uma pessoa ou um grupo, é provocado por reações emocionais como raiva, sentimento de inveja e desejo de ter e poder.

Com informações da Revista Psique. Texto revisado pela redação.

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