Animais Peçonhentos
Os acidentes com cobras, escorpiões e aranhas são responsáveis por 117 mil casos anuais de intoxicação no País, segundo registros Instituto Butantã. Nas épocas chuvosas estes animais procuram abrigo em locais secos, o que aumenta a ocorrência de acidentes entre a população.
Prevenção: Mantenha terrenos próximos a moradias limpos, sem acúmulo de lixo e entulhos, evitando ratos, que atraem cobras; Entre com cuidado em locais que ficaram fechados por muito tempo; Sacuda roupas e sapatos antes de usar; Evite passeios noturnos em matas e beiras de rios (animais peçonhentos tem hábitos noturnos); Não coloque as mãos em buracos ou frestas. Em piqueniques e acampamentos, verifique com cuidado a área em volta do local e não monte barracas próximo às plantações (elas abrigam roedores, que são o alimento de cobra); Não caminhe em matagais sem usar calça comprida e botas; Jamais pegue animais peçonhentos nas mãos, mesmo que eles pareçam mortos.
Em caso de picada, chame socorro imediatamente (193); Mantenha a vítima calma e deitada; Lave o local com água abundante e sabão; Não coloque nenhum tipo de substância no local, não faça cortes ou amarre qualquer material no local da picada; Mantenha o membro picado mais elevado que o restante do corpo; Se for possível e seguro apresente o animal (vivo ou morto) aos socorristas, isso facilitará a descoberta do soro adequado para tratar a vítima.
Após a picada, além da dor, a pessoa pode começar a sentir náuseas; palidez; pulso fraco; rigidez na nuca; visão confusa e perda da consciência.
Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se sem assustá-lo e chame os Bombeiros (193).
Menos de 30% das cobras brasileiras são venenosas. O veneno de uma jararaca, cascavel ou coral, pode levar à morte em pouco tempo, nesse caso, o soro antiofídico deve ser aplicado nas três primeiras horas após o ataque.
Curiosidade: Não mate gaviões, emas, seriemas e gambás. Eles são predadores naturais das cobras.






