A vida seria (bem) mais simples...
Chegando a época das reflexões, das partilhas, dos presentes... Que tal ler este pequeno pensamento e realmente pensar na vida que estamos vivendo? “[...]Ninguém acorda super bem todo sos dias.Ninguém se sente disposto para uma cerveja depois do expediente todos os dias. Às vezes as coisas não parecem fazer muito sentido e a gente quer ficar fechadinho dentro da gente mesmo. A vida seria mais simples se as pessoas fossem mais elas mesmas. Se elas olhassem nos olhos dos outros e falassem sobre seus problemas, seus medos. A vida seria mais simples se a gente não precisasse provar que é bem-sucedido o tempo todo. Seria mais simples se a gente pudesse gostar das pessoas independentemente da vida que elas levam. Se a gente pudesse dizer sem constrangimento algum que está se sentindo um monte de cocô e que a vida pode ser bem complicada sim. Talvez, se admitíssemos mais o caos que é viver, não sofreríamos tanto.Talvez, se desfocássemos mais daquilo que dizem que é importante, mas que não faz sentido para nós, fôssemos mais bem sucedidos num sentido mais amplo.
Talvez se mostrássemos mais os nossos rostos e nossasalmasnuas,senão nos defendê s se mos tanto uns dosoutros,senão nos impor tásse mos tanto em mostrar que somos melhores do que os outros, pudéssemos ser mais unidos, mais solidários, mais amados, mais amantes.
Se a gente entendesse que todo mundo está no mesmo barco... [...] Rogo pelo dia em que as mães gritem desesperadas o quanto estão cansadas e as que não têm filhos lamentem este vazio em suas vidas. Que todos se assumam meio perdidos, meio sozinhos nesta vida louca. Rogo para que as pessoas assumam como o passado é doloroso e o futuro incerto.Edepoisdetantas confissões acaloradas, que elas possam respirar fundo, sorrir umas para as outras e seguir em frente cheias de coragem.”
Com informações de Sílvia Marques (Obvious). Texto revisado pela redação.






