A imagem não é a pessoa
Para ter amigos e querer ser amigo, temos que ultrapassar as imagens e ver as pessoas como elas são verdadeiramente. Sim, porque na sociedade, nós conversamos, na maioria das vezes, com o que as pessoas significamparanós,comimagenspredefinidas.
Você no dia a dia, acorda, olha para seu filho (a), esposo (a), enfim os que convivem com você, deixa um recado anotado ou com alguém da casa. Vai para o trabalho, no trabalho encontro os colegas que fazem parte do local, mal e mal cumprimenta etc. e assim corre o seu dia.
Mal paramos para olhar para as pessoas e efetivamente perguntar como estão. Não é por acaso que o homem se queixa de solidão. Não sabemos ouvir. Para se ter um amigo é preciso saber ouvir, e que saiba ouvir. Pois na maioria das vezes as pessoas ouvem você com regras e soluções prontas. Se você observar bem no fundo, elas não estão dispostas a ouvi-lo e na maioria das vezes estão ansiosas para se livrarem daquele seu papo; dizer qualquer coisa e ir tratar egocentricamente dos seus problemas, e ás vezes aproveitar e pensar numa estratégia de usar você para o seu próprio ego. Pois “os seus problemas, sim são difíceis”, os dos outros, basta que sejamseguidassuasdicasepronto.
O mais fácil da coisa é que para sermos amigos o necessário é ouvir sem julgar, com afeto, pois é só disso que as pessoas precisam. O pior é que existem “amigos” que sempre chegam para deixar você mais confuso e pioraraindamaisosseusdramas.
Segundo Bastos (2003) Não adianta ninguém ser diferente do que é, pois nada muda. O importante é observar o conceito que fazemos não só dos outros, mas de nós mesmos, que costuma ser equivocado. A imagem que temos de nós não é a real. Enfim, a imagem não é a pessoa.





