A ansiedade tem suas caracacte r ís ticas evidenciadas com preocupações…
A ansiedade tem suas caracacte r ís ticas evidenciadas com preocupações irrealistas ou excessivas dentro de um imaginário sobre fatos e acontecimentos que se deram na vida do sujeito aparecendo sintomas físicos que persistem durante algumas semanas e estando presente na maior parte dos dias. O principal fator a se levar em conta é o nível de gravidade e o défice funcional que este e outros sintomas-chave causam.
Quando a ansiedade é imaginária e excessiva pode ser considerada uma doença.Os doentes que apresentam sintomas graves e incapacitantes necessitam de tratamento e acompanhamento, principalmente quando a doença interfere na vida cotidiana e for sentida como perturbadora e persistente.
A ansiedade é um estado normal do sujeito quando for justificada por algo ou quando a sua intensidade não é excessiva. Ela se torna bastante útil podendo nos preparar antecipadamente para enfrentar uma situação pela qual temos que passar. Torna-se indejej vel quando sua frequencia interfere nas capacidades intelectuais, relacionais, emocionais, entre outras.
Para Spinoza no século XVII, a inquietude (ansiedade) é um sentimento de medo e esperança. Ele acreditava que o medo era inseparável da esperança e ambos facilmente superados pela razão.
Segundo o DSM-IV, para definir o diagnóstico devem estar presentes seis dos dezoito sintomas, que se dividem em três categorias, tensão motora, hiperactividade anatómica, vigilância e alerta, através destas categorias são identificados sintomas como: a inquietação, tensão muscular, fadiga, dificuldades de concentração, dificuldades em adormecer, irritabilidade, tonturas e desmaios, suores, sensação de nó na garganta, palpitações, e muitos outros. Esses sintomas podem ser produzidos por dois fatores, o psicológico e o fisiológico.






