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Polícia Militar intercepta carga ilegal de vinho argentino apreendido no Oeste Catarinense

O caminhão carregava 416 garrafas escondidas que seriam distribuídas ilegalmente, resultando na prisão do motorista em Iraceminha.

Polícia Militar intercepta carga ilegal de vinho argentino apreendido no Oeste Catarinense

Foto: Divulgação | PMSC - Polícia apreende mais de 400 garrafas de vinho argentino no Oeste Catarinense

O caminhão carregava 416 garrafas escondidas que seriam distribuídas ilegalmente, resultando na prisão do motorista em Iraceminha.

A apreensão de 416 garrafas de vinho em Iraceminha evidencia o rigor no combate ao descaminho na BR-282. A carga foi encaminhada à Receita Federal de Dionísio Cerqueira, impactando diretamente o comércio ilegal e a arrecadação tributária na região de fronteira.

A noite silenciosa interrompida pela fiscalização

Sob o manto escuro da noite desta segunda-feira (9), por volta das 21h45, o silêncio da BR-282, nas proximidades do trevo de acesso a Iraceminha, foi rompido pelas luzes das viaturas da Polícia Militar. O que parecia ser apenas mais uma viagem de rotina para um caminhão Mercedes-Benz, emplacado em São João do Oeste, revelou-se um cenário de crime contra a ordem tributária.

A descoberta das garrafas escondidas

Ao abordarem o veículo de carga, os policiais iniciaram uma busca minuciosa no compartimento traseiro. Entre as sombras do baú, foram localizadas 71 caixas que guardavam um segredo valioso e ilegal: 416 garrafas de vinho argentino de diversas marcas, transportadas sem qualquer documentação fiscal. Detalhes da apreensão incluem:

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As consequências de um crime anunciado

O condutor, um homem de 44 anos, viu seus planos serem interrompidos pela autoridade policial. No local, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para os procedimentos legais. O crime de descaminho, pelo qual responderá, fere a economia nacional ao introduzir mercadorias estrangeiras no país sem o devido recolhimento de impostos. Agora, o vinho que cruzou a fronteira de forma clandestina aguarda o destino final nos depósitos da Receita Federal, enquanto a justiça segue seu curso implacável.

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