SEE JORNAISSábado, 12 de setembro de 2026Leia também: Cabeço Negro

Aproveitamento de proteína fecha os debates do Painel Eficiência no Campo

O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e pela Epagri, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC)

Aproveitamento de proteína fecha os debates do Painel Eficiência no Campo

(Fotos: ASCOM) - Ressaca que cega, por Dr. João Paulo Mello da Silveira

O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e pela Epagri, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC)

O Brasil está bebendo no escuro. A cada novo caso de intoxicação por metanol, fica evidente que não estamos diante de um acidente isolado, mas de um problema de saúde pública que se repete por falta de fiscalização, consciência e responsabilidade. O drama é que muita gente ainda acha que está apenas de ressaca, enquanto o veneno já está destruindo o corpo por dentro. O perigo não é o copo, é o descuido.

O metanol é um álcool industrial usado em solventes e combustíveis, mas que tem sido adicionado ilegalmente a bebidas destiladas produzidas em destilarias clandestinas. O corpo humano não foi feito para metabolizar essa substância. Quando ingerido, o fígado a transforma em ácido fórmico, um composto altamente tóxico que ataca o nervo óptico, o cérebro e o coração. Bastam pequenas doses para provocar cegueira irreversível ou até a morte.

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