Secretários adjuntos das SDRs serão demitidos
Diminuir custos e aumentar a eficiência na nova gestão é a justificativa do governador reeleito para os cortes, que chegarão a cerca de 500 cargos

Diminuir custos e aumentar a eficiência são algumas das principais metas da próxima administração de Raimundo Colombo. O governador reeleito revelou, durante um café da manhã com jornalistas, nesta quarta-feira (3), que pretende fazer uma reforma administrativa em que pelo menos 500 servidores com cargos comissionados serão demitidos, a partir do ano que vem.
Na conta entram todos os secretários adjuntos das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) – a ideia é tranformá-las -, além de funcionários de secretarias que serão extintas e fundidas com outras.
A Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina (Agesan), por exemplo, deve ser fundida com a Agência Reguladora de Serviços Públicos (Agesc) e a SC Participações e Parcerias (SC-Par) com a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc).
Além disso, os secretários adjuntos das secretarias centrais também não terão seus contratos renovados, a partir de janeiro, e o projeto de reforma administrativa prevê igualmente a extinção destes cargos.
Se no interior do Estado as mudanças serão impactantes, a Capital também não escapa. No Centro Administrativo, em Florianópolis, as secretarias executivas que lá funcionam devem ser fundidas – o que acarretará na extinção de alguns cargos. Ainda há dúvida sobre a manutenção, ou não, da Secretaria de Assuntos Internacionais, cujas atribuições devem ser designadas a outras secretarias ou a um único servidor.
As reformas deverão ser encaminhadas à Assembleia Legislativa de Santa Catarina em fevereiro de 2015.
“Queremos fazer uma administração o mais técnica possível”, adiantou Colombo.
Com informações da Rede Catarinense de Notícias (Adjori/SC). Texto revisado pela redação.





