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O forte da crise ainda não chegou, avalia Peninha

Nos cumprimentos trocados pelos parlamentares em Brasília, na primeira semana de trabalho legislativo em 2016, percebia-se nítida preocupação e pouco otimismo.Asvaiasaopronunciamento da presidente Dilma Rousseff – em que ela pedia apoio do Congresso Nacional para ressuscitar a CPMF –, os crescentes escândalos de corrupção e as intermináveis fases da Operação Lava Jato mostram que 2016, na opinião dos deputados, será um ano de muita tensão. Para o catarinense Rogério Peninha Mendonça (PMDB), o problema ultrapassa os limites da economia. “Vivemos uma crise de credibilidade; a população não acredita em uma só palavra dita pelos seus governantes. E quando o povo perde a conança em seu governo, a solução que resta é substituir quem está no comando”, analisa ele.

Segundo Peninha, a volta da CPMF, defendida pelo Palácio do Planalto para reequilibrar as contas públicas, não deve ser aprovada. O deputado peemedebista arma que não há clima dentro do Parlamento para respaldar aumento de impostos.

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