Estratégias para tirar as prefeituras do atoleiro
Prefeitos, secretários e servidores municipais catarinenses participam de curso de formação, em Joinville, para conhecer estratégias e soluções para as cidades

Destacada como um desafio por 10 a cada 10 prefeitos (re) eleitos em 2016, a gestão das finanças públicas é um problema comum aos municípios catarinenses. Fechar a conta não tem sido uma tarefa fácil. Diante disso, como realizar obras e ações voltadas à melhoria da qualidade de vida dos munícipes? Com o objetivo de conhecer estratégias, produtos e orientações, centenas de prefeitos, vereadores e servidores públicos participaram de um curso de formação de novos gestores oferecido pela Federação Catarinense de Municípios (Fecam). O encontro integrou a programação do XV Congresso Catarinense de Municípios, em Joinville, que reuniu mais de mil participantes, neste mês.
São 11 oficinas nas áreas de administração e finanças; educação; contratos, licitações e obras; contabilidade e controle interno; consórcios; gestão de convênios; habitação; assistência social; agricultura; saúde; turismo e cultura; defesa civil e meio ambiente.
O diretor executivo da Escola de Gestão Pública Municipal (Egem), Alexandre Alves, destaca que os prefeitos precisam reinventar o governo, analisar contratos, rever terceirizações e buscar no curso as “ferramentas necessárias para levar a solução às cidades”. “Se aplicarem o que aprenderam, tenho certeza de que terão resultados”, diz Alves.
As crises de arrecadação e a falta de apoio dos governos agrava a situação dos municípios. Em seu discurso, na abertura do congresso, a presidente da Fecam e prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, ressaltou a importância do trabalho em conjunto para sensibilizar o Estado e a União. “Só com a mobilização de todos podemos chegar ao bem comum. Nossa voz irá ecoar se ela for conjunta”, disse.
Com informações de Rede Catarinense de Notícias. Texto revisado pela redação.






