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O Índice de Desenvolvimento Municipal Sustentável (IDMS) revela muito sobre o seu município. Ele mostra o que vai bem e o que precisa melhorar na gestão pública. Confira os indicadores de sua cidade e participe mais ativamente da definição das prioridades municipais

A Federação Catarinense de Municípios (Fecam) acaba de lançar o Índice de Desenvolvimento Municipal Sustentável (IDMS) 2016, que visa diagnosticar o grau de desenvolvimento de uma cidade e auxiliar os gestores públicosade f i nirasprioridadeslocais.
Esse indicador é construído a partir de estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatísticas (IBGE), órgãos ministeriais, Tribunal Regional Eleitoral, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia(CREA),entreoutros.
O IDMS leva em conta quatro grandes aspectos: o Sociocultural, o Econômico, o Ambiental e o Político Institucional. O índice vai de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1, maior o grau de desenvolvimento do município. Veja o que pesa em cada uma dessas áreas e saiba quais são os indicadores de sua cidade, comparando com a média estadual.
O indicador chamado político institucional avalia as pl nanças do município, a gestão pública e a participação da sociedade.
Os dados referentes às pl nanças públicas medem a saúde pl nanceira do município, ou seja, qual é a capacidade de arrecadação, quanto vai para pagamento de pessoal e quanto sobra para investimento.
Já para avaliar a gestão pública o que pesa é a capacidade de planejamento, a qualidade do quadro de servidores medida pelo índice de escolaridade de nível superior – e se há plano sde cargo se salário sede capacitação par aos servidores públicos.
Outro aspecto de grande importância para o desenvolvimento sustentável do município é a articulação com outras prefeituras, como a participação em consórcios e colegiados intermunicipais.
O município ganha pontos, também, quando a sociedade é atuante e isso se mede pela existência de organizações representativas da sociedade civil, como associações industriais e comerciais, Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs), cooperativas, etc; pela participação da população nos pleitos eleitorais e ainda pela presença feminina n apolítica.
Com informações de Fecam. Texto revisado pela redação.






