A estratégia de Colombo
Apesar da severa crise econômica, com inação de dois dígitos, recessão, desemprego e juros escorchantes, 2015 que ndou foi o melhor ano do governo Raimundo Colombo, que administra o Estado desde 2011. No primeiro mandato, ele precisou implementar sua própria política de gestão, ainda mais considerando que sucedeu alguém (Luiz Henrique da Silveira) espaçoso, que governou por dois mandatos consecutivos, tendo implementado a descentralização, com a criação de 36 secretariais de desenvolvimento regional.
Nos primeiros quatro anos, Colombo pisou em ovos, com todo cuidado recomendável. Anal, necessitaria do apoio do PMDB para a reeleição, em 2014. Mesmo que LHS não tivesse morrido, o político lageano deslancharia de qualquer maneira, até porque muitas obras ganharam ritmo no último ano do primeiro mandato, graças às transferênciasfederais,asseguradaspelapresidenteDilmaRousseff,viananciamento.
Esse ano que terminou ontem foi marcado por inaugurações em série, nas diversas regiões catarinenses. Se a receita não tivesse sofrido brusca queda, o governo teria pavimentado o caminho para uma sequencia administrativa forte para 2016. Santa Catarina fechou o ano, como poucos outros Estados brasileiros, porque fez o dever de casa,provisionandoo13oSalárioepagandoantesdoNatalafolhadedezembro.





