Um é melhor ou o outro que é pior?
Passaram-se, enfim, as eleições. Utilizando minha pequena “experiência política”, não me lembro de ter presenciado campanhas eleitorais tão vorazes, fortes e vazias como as dos candidatos deste ano. De todos. É claro que candidatos atacando outros candidatos em suas “propagandas” não é novidade e isso vai acontecer em futuras épocas de eleição, mas em 2014, foi um exemplo de superação, negativa.
E não estou falando de um ou outro. Pelo que pude acompanhar praticamente todos os candidatos foram mal “calçados” por suas equipes pensantes. Foi como “na base do desespero”, se assim bem entendi. Ou nervosismo dos candidatos, ou incompetência dos estrategistas eleitorais, ou falta de projetos... Algo aconteceu que deixou os horários eleitorais insuportáveis de se ver e ouvir e os debates vergonhosos de se acompanhar.
A meu ver, todos conseguiram sair perdendo nestas campanhas. As equipes de marketing político trabalharam mais nos erros, deslizes e falhas dos oponentes, do que na construção de uma imagem positiva do próprio candidato para qual prestavam assessoria. Repito, não importa quem ganhou ou perdeu nas urnas, todos perderam com essa campanha de ataque em 2014.
Que isso fique como uma dica para os candidatos em 2016.
“Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo.”





