Sem saída
Desde que foi afastada, em 12 de maio, Dilma Rousseff e alguns de seus defensores apostaram nas mais variadas teses para mudar o jogo do impeachment no Senado. Um dos discursos preferidos abordava o fracasso administrativo e político em que deveria desaguaro“golpe”.Novamente,petistasecomunistaserraramfeio.
EmboranãopareçasernenhumaBrastemp,ogovernoTemerpacicouoCongresso e as relações com o mercado nanceiro e o mundo empresarial. Até já se vislumbra o retornodocrescimentoeconômico,quetraráembutidogeraçãodeempregos,etcetal.
Nesse ínterim, Dilma não só não conseguiu atrair senadores indecisos e virar votos como viu seu esquadrão minguar. A petista, agora declarada ré no processo de impeachment, conseguiu 21 votos contrários. Em maio, obtivera 22 aliados contra seu afastamento preventi-vo. Já pelos lados do governo, a infantaria saiu de 55 para 59 votos, com os emblemáticos posicionamentos pelo impeachment do trio peemedebista João Alberto, cujo guru é José Sarney, além de Eduardo Braga e Jader Barbalho. São cinco a mais do que os 54 do chamado quórum qualicado, número mínimo para degolar a petista. Quer acredite ou não em Deus, a petista vai precisar de um verdadeiro milagreseaindasonhaempreservaromandato.
Com informações da Coluna do Prisco (Associação dos Jornais do Interior de SC). Texto revisado pela redação.





