SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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"Se o Brasil fosse Santa Catarina!?”

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrando que a economia brasileira voltou a crescer no terceiro trimestre, embora em ritmo bastante modesto (0,1% do Produto Interno Bruto), poderia ser muito melhor se o governo adotasse o modelo de administração descentralizada aplicado com sucesso em Santa Catarina.

O êxito dessa política, aliado à excelente infraestrutura em todos os setores (indústria, comércio e serviços), está demonstrado nos números do IBGE - que destacam Santa Catarina com os melhores índices nacionais de crescimento econômico e social.

As estatísticas revelam que a expansão da economia catarinense está bem acima da média nacional. Enquanto o acumulado da economia brasileira até setembro foi negativo, o de Santa Catarina registrou alta de 2,9%.

Considerando uma prévia do PIB, o Estado registrou em setembro crescimento de 5% em comparação com o mesmo mês do ano passado, enquanto a média nacional no mesmo período ficou em apenas 0,9%.

Vários fatores contribuem para a excelência econômica de Santa Catarina. Entre os principais, poderia apontar a boa infraestrutura dos cinco portos que atuam no Estado e permitem o escoamento das exportações – que também lideram o ranking nacional.

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A agropecuária, a indústria, o comércio e os serviços foram responsáveis por um aumento de 19,6% das exportações catarinenses em relação ao mesmo período do ano passado – muito acima do registrado por todos os estados brasileiros.

Diferentemente do comportamento deficitário nacional, a produção industrial do Estado cresceu 2,9% de agosto para setembro, e as vendas do setor registraram 3,2% a mais que em 2013: alta de 14,4% em alimentos e de 8,7% em têxteis, frente a agosto.

Entres os gargalos mais expressivos que contribuem para o baixo crescimento nacional estão os baixos investimentos, públicos e privados: apenas 17% do PIB ao invés de um mínimo de 25%; e apenas 2% do setor privados, contra os 5% indispensáveis.

Proporcionado por políticas adequadas ao longo dos anos, o excelente desenvolvimento econômico de Santa Catarina se reflete diretamente na qualidade de vida da nossa população: a melhor do Brasil e a que envelhece de forma mais saudável.

Segundo o IBGE, o Estado lidera o ranking nacional em três itens importantes de desenvolvimento humano: tem a maior expectativa de vida; as menores taxas de mortalidade infantil (até um ano de idade); e de mortalidade na infância (até cinco anos de idade).

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As últimas estatísticas do Instituto revelam que os habitantes de Santa Catarina são os que mais vivem no Brasil. Enquanto o brasileiro vive em média 74,9 anos, os catarinenses chegam aos 78,1 anos.

Já a expectativa de vida dos catarinenses ao nascer pode chegar aos 83 anos, para ambos os sexos, índice equiparado a de países de primeiro mundo, como o Japão. A esperança é de 74,7 para os homens; e de 81,4 para as mulheres.

Os altos índices de vida apresentados por Santa Catarina, porém, não surgiram do nada. São fruto da descentralização dos serviços e do atendimento médico; da pavimentação de todas as estradas que dão acesso aos municípios; da extensão da rede de energia elétrica a todas as propriedades rurais; da melhoria do saneamento básico e da cobertura vacinal; dos programas de atenção pré-natal e de aleitamento materno; e dos avanços tecnológicos no campo.

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