Por que Santa Catarina se diferencia?

Mais duas pesquisas revelam que, em termos de indicadores de qualidade de vida, o nosso estado está bem acima da média nacional.
Enquanto no Brasil 49,% dos domicílios têm computador ou tablet, nosso Estado tem 62,4% de casas com um ou outro desses produtos de tecnologia da computação e informação.
Temos, também, 56,4% das casas ligadas à internet, contra 48% da média brasileira.
77,1 % da população catarinense têm telefone celular, mas são 75,2% do total do Brasil. Em 2.013, Santa Catarina apresenta a cifra de 55,3% de internautas, contra 49,9% da população do país.
O recentíssimo mapa da exclusão social, mostra que, dentre as 100 melhores cidades do Brasil, 19 são de Santa Catarina (eram 14 em 2000), o que evidencia a liderança catarinense nos indicadores sociais.
O professor Lauro Mattei, da Universidade Federal, salienta que “um conjunto de fatores históricos e de regionalização, como também efetivação de políticas públicas e sistema educacional levam à melhoria das condições de vida do Estado”.
O pesquisador Ricardo Amorim, um dos autores da pesquisa atribui parte importante desses indicadores diferenciados de Santa Catarina ao seu “crescimento econômico”.
Quando me candidatei a governador, apresentei o Plano 15, cuja estrutura central era baseada em três linhas: descentralização, internacionalização e atração de empresas e investimentos.
Esse tripé garantiu, ao mesmo tempo, o crescimento econômico, a eficácia das políticas de distribuição e melhoria de renda e um grande salto nos investimentos públicos e privados.
Ao descentralizar a gestão do Estado, criando 36 agências e conselhos de desenvolvimento regional, que a levaram para todos os cantos de Santa Catarina, regionalizando as ações, principalmente na educação, na saúde, na infra-estrutura, na cultura, no esporte e no lazer.
Realizei -- sempre na companhia vigilante de repórteres e de deputados (inclusive da oposição) -- 33 missões governamentais no Exterior, que resultaram na expansão das nossas exportações (carne suína e de frango, é um bom exemplo); na vinda de centenas de empresas, com destaque para as europeias, norte-americanas e asiáticas, que internacionalizaram o nosso parque fabril; na atração de instituições altamente acreditadas, como a ENA (Escola Nacional de Administração, da França); e a Universidade de Saint Ettiene (líder na tecnologia de informação); que divulgaram fortemente nosso Estado, premiando-o, seguidamente, como melhor destino turístico; e aumentando consideravelmente o fluxo de turistas.
Resultado dessa política de internacionalização, temos cinco portos modernos. Nossas exportações e exportações explodiram. Nossa economia dobrou de tamanho.
A eleição e a reeleição do Governador Raimundo Colombo garantiu a sequência dessa política, que teve como consequência a conclusão das obras que iniciamos, como garantir acessos pavimentados a todos os municípios.
Mas, além de manter a mesma filosofia, o Governador inovou com programas, como o Pacto por Santa Catarina e o Fundam, que repassou, a título de doação 646 milhões e reais às prefeituras catarinenses, com os quais – dentre muitas outras obras -- estão sendo pavimentadas 1345 ruas, num total de 534 quilômetros lineares.







