SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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Artigo do senador Luiz Henrique da Silveira

Por que Santa Catarina se diferencia?

Por que Santa Catarina se diferencia?
Arquivo Cabeço Negro

Mais duas pesquisas revelam que, em termos de indicadores de qualidade de vida, o nosso estado está bem acima da média nacional.

Enquanto no Brasil 49,% dos domicílios têm computador ou tablet, nosso Estado tem 62,4% de casas com um ou outro desses produtos de tecnologia da computação e informação.

Temos, também, 56,4% das casas ligadas à internet, contra 48% da média brasileira.

77,1 % da população catarinense têm telefone celular, mas são 75,2% do total do Brasil. Em 2.013, Santa Catarina apresenta a cifra de 55,3% de internautas, contra 49,9% da população do país.

O recentíssimo mapa da exclusão social, mostra que, dentre as 100 melhores cidades do Brasil, 19 são de Santa Catarina (eram 14 em 2000), o que evidencia a liderança catarinense nos indicadores sociais.

O professor Lauro Mattei, da Universidade Federal, salienta que “um conjunto de fatores históricos e de regionalização, como também efetivação de políticas públicas e sistema educacional levam à melhoria das condições de vida do Estado”.

O pesquisador Ricardo Amorim, um dos autores da pesquisa atribui parte importante desses indicadores diferenciados de Santa Catarina ao seu “crescimento econômico”.

Quando me candidatei a governador, apresentei o Plano 15, cuja estrutura central era baseada em três linhas: descentralização, internacionalização e atração de empresas e investimentos.

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Esse tripé garantiu, ao mesmo tempo, o crescimento econômico, a eficácia das políticas de distribuição e melhoria de renda e um grande salto nos investimentos públicos e privados.

Ao descentralizar a gestão do Estado, criando 36 agências e conselhos de desenvolvimento regional, que a levaram para todos os cantos de Santa Catarina, regionalizando as ações, principalmente na educação, na saúde, na infra-estrutura, na cultura, no esporte e no lazer.

Realizei -- sempre na companhia vigilante de repórteres e de deputados (inclusive da oposição) -- 33 missões governamentais no Exterior, que resultaram na expansão das nossas exportações (carne suína e de frango, é um bom exemplo); na vinda de centenas de empresas, com destaque para as europeias, norte-americanas e asiáticas, que internacionalizaram o nosso parque fabril; na atração de instituições altamente acreditadas, como a ENA (Escola Nacional de Administração, da França); e a Universidade de Saint Ettiene (líder na tecnologia de informação); que divulgaram fortemente nosso Estado, premiando-o, seguidamente, como melhor destino turístico; e aumentando consideravelmente o fluxo de turistas.

Resultado dessa política de internacionalização, temos cinco portos modernos. Nossas exportações e exportações explodiram. Nossa economia dobrou de tamanho.

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A eleição e a reeleição do Governador Raimundo Colombo garantiu a sequência dessa política, que teve como consequência a conclusão das obras que iniciamos, como garantir acessos pavimentados a todos os municípios.

Mas, além de manter a mesma filosofia, o Governador inovou com programas, como o Pacto por Santa Catarina e o Fundam, que repassou, a título de doação 646 milhões e reais às prefeituras catarinenses, com os quais – dentre muitas outras obras -- estão sendo pavimentadas 1345 ruas, num total de 534 quilômetros lineares.

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