Ou vai ou vai!
Enfim, o tão esperado 2014 chegou. O ano da Copa do Mundo no Brasil. Deve ser um ano-chave para o povo brasileiro. Pelo menos, se as manifestações ocorridas no meio de 2012 foram pra valer, é bem provável que veremos mais delas neste próximo mês de junho. Será o ano em que saberemos como foram aplicados todos os recursos públicos utilizados nos estádios e qual será o tão prometido e utópico “legado da Copa”.
Provavelmente, também será o ano de um só tema na propaganda do país. “Loja X no clima da Copa!”, “Venha marcar um golaço na Loja Y!” ou “Você e Loja Z, torcendo juntos pelo Brasil!”. Será um ano desafiador para as empresas que pretendem se destacar no cenário futebolístico que será criado. Não será uma tarefa muito fácil, sabendo que grande parte do povo brasileiro tende a apreciar marcas que apóiam o evento internacional.
Certo é que haverá muito verde e amarelo, agora resta saber se as cores estarão nas propagandas pelas cidades ou nas bandeiras e rostos pintados nas manifestações. Em junho saberemos.
Ainda sobre 2014...
“Será um tsunami de fatos e fotos que permanecerão na consciência - e na inconsciência - do Brasil e do mundo por décadas. Até hoje lambemos nossas feridas pela derrota na final da Copa de 1950 no velho Maracanã. A final no novo Maracanã, em 13 de julho de 2014, também será lembrada por décadas.
Esse engajamento nacional precisa de divergências, uma vez que somos uma democracia vibrante e complexa, e precisa também de convergências, para aproveitar todo o nosso potencial. Os pessimistas precisam ser mais realistas. Os otimistas, também. O ano do engajamento será mais produtivo se for também o ano do entendimento.
Nesse sentido, Nelson Mandela, o grande líder africano, que em vida mostrou a importância da tolerância e do entendimento, na morte deu a nós, brasileiros, uma oportunidade especial de reconciliação, no mínimo fotográfica e fotogênica.”
Com informações da Folha de S. Paulo (trecho de Nizan Guanaes). Texto revisado pela redação.






