SEE JORNAISQuinta-feira, 15 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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COLUNA DO PRISCO

Malabarismos presidenciais

O presidente está fazendo todos os movimentos ao seu alcance para permanecer no poder. Avisou e reavisou que não renuncia, muito embora ele já tenha entrado para a história como o primeiro a ser investigado, estando no cargo, pelos crimes de formação de organização criminosa, obstrução da Justiça e corrupção. Definitivamente, Temer entro uno módulo“vaificando”.

A troca do ministro da Justiça, substituindo um deputado do baixo clero para colocar alguém respeitado no meio jurídico, foi movimento muito bem calculado. Pode surtir efeito imediato em uma das frentes onde o presidente está encrencado, o TSE. Nada impede que no dia 6 de junho, quando a corte retomar o julgamento do processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, um ministro peça vistas e adie novamente a apreciação da matéria.

Na seara política, o presidente foi ao encontro de Fernando Henrique Cardoso em São Paulo. Deixou claro que vai se agarrar ato d asas possibilidades para ficar no cargo. Acompanhado do tucano Tasso Jereissatti e do amigão e ainda ministro Moreira Franco, Temer mandou recado claro ao PSDB no Congresso, onde o ninho aprofunda divisões e divergências.

No front econômico, se o presidente conseguir manter o trem nos trilhos, mesmo que a retomada seja em ritmo mais lento do que a desejada até estourar e mas delações da JBS,opaciente terminal pode passar em breve para o estado de “respirando por aparelhos.” A conferir.

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Comando

Ao assumir a divulgação do Fundam II nos municípios polo de cada região, RaimundoColombo manda duas mensagem importantes. Aos deputados e prefeitos, sinaliza que o desafeto Celso Calcagnoto, que desagradou 11 em cada 10 políticos, virou coadjuvante neste processo; e aos seus próprios secretários usa o exemplo de Calcagnoto para avisar que não há imunidade por partido, amizade ou conveniência.

Pragmatismo

No atual cenário, o governador parece estar adotando postura mais pragmática, balizando algumas decisões pelas necessidades que o momento impõe.N oque age corretamente.

Em Brasília

Raimundo Colombo foi a Brasília na segunda. Além de pedir liberação de recursos para o ministro Helder Barbalho, notadamente para o Porto de Itajaí e a Defesa Civil. Ontem, o governador participaria de nova rodada de reuniões com colegas.Napauta, arenegociação dadívida dos Estados e os recursos do BNDES, a serem repassados às unidades federadas. Este foi um dos motivos, registre-se, que levaram ao pedido de demissão da economista Maria Silvia Bastos Marques das presidência do banco.

Satisfação

Também não estava descartada a possibilidade de os governadores serem recebidos por Temer no Planalto. A maioria deles está satisfeita como tratamento recebido no atual governo. Vide o caso catarinense, que conseguiu R$ 700 milhões para a segunda edição do Fundam.

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Combate à corrupção

Prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, assinou decreto e criou uma comissão para regulamentar no município a legislação federal que versa sobre o combate à corrupção. O ato contou com a presença do ex-ministro da CGU (hoje Transparência), Jorge Hage. A cidade portuária pode ser a primeira de SC a criar regras mais rígidas para as relações entre o público e o privado.

Cabos eleitorais

Está ficando cada vez mais fácil entender porque um outsider (nome menos conhecido e infiuente no cenário político) pode chegar à presidência do Brasil. Os líderes tradicionais, todos absolutamente enrolados em corrupção, ativa e passiva, formação de quadrilha, improbidade, concussão, entre outros crimes, agora sinalizam a aproximação entre adversários mortais para tentar salvar a pele de todos. Pode ser um abraço de afogados. Saberemos em outubro de2018!

De Joinville para SC?

O respeitado jornal britânico Financial Time colocou Joinville, outrora chamada de Manchester catarinense, no topo da lista das melhores cidades de médio porte para atração de investimentos estrangeiros na América do Sul. Considerando-se todo o continente americano (o que inclui as Américas Central e do Norte – EUA, Canadá e México), a cidade ficou em quinto no ranking.

Enquanto lider ano Sul do Mundo,Joinville só ficou atrás das canadense s Ontario (1), Brampton (2) e Quebec (4) e da Capital de El Salvador, San Salvador (3), todas nas outras Américas. Traduzindo: um desempenho de encher os olhos.

O resultado positivo surpreendeu até mesmo a cúpula do governo municipal. A inscrição no estudo foi feita, em um primeiro momento, para avaliação dos níveis de competitividade de Joinville. Quase como um teste.

Principalmente a partir da implantação do programa Join.Valle e o que se convencionou chamar de profissionalização da gestão municipal sob a batuta do bem sucedido empresário Udo Döhler. Nototal,foraminscritas428cidades.

Com informações de Coluna do Prisco (Associação dos Jornais do Interior de SC). Texto revisado pela redação.

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