Incógnitas para o futuro
Embora o governador Raimundo Colombo tenha reiterado nas entrevistas de m de ano que pretende concorrer ao Senado em 2018, em uma das duas vagas que estarão disponíveis,nadagarantequeaaliançadoseuPSDserácomoPMDB,como,aliás,ocorreu nas últimas três eleições majoritárias do Estado, sendo que em 2006 com o PFL e em 2010 com o DEM.
Colombo deixou claro que entregaria o governo ao vice Eduardo Moreira e manifestou sua preferência em repetir a coligação com os peemedebistas, mas o desfecho da composição vai depender, fundamentalmente, do resultado das eleições municipaisde2016,queporsuavezvãoserinuenciadaspelopanoramanacional.
Quem estará na presidência da República: Dilma Rousseff ou Michel Temer? Ou nenhum dois? Neste caso, uma nova disputa presidencial poderia coincidir com o pleito municipal.EodesgastedepartidoscomooPMDBeoPP,considerandooenvolvimentode muitos dos seus líderes na roubalheira da Petrobras? Vão apenas sofrer respingos em SC ouvãoacabarcontaminadospelaOperaçãoLavaJato,assimcomojáocorreucomoPT?
O PMDB catarinense, que em 2018 não vai abrir mão do protagonismo sucessório, depois de duas eleições consecutivas como coadjuvante, está majoritariamente alinhado com a reeleição de Temer. Vale lembrar que foi contra Renan que LHS disputouapresidênciadoSenado,emfevereiro. E todos sabem muito bem como Luiz Henrique foi derrotado. Dilma Rousseff e LuladaSilvaqueodigam!
Fato gerador
NãoéporacasoqueoPMDBcatarinense buscou um progressivo distanciamento do PT, especialmente a partir de 2006, quando os petistas apoiaram Esperidião Amin no segundo turno, contra Luiz Henrique. SC é um dos 10 Estados brasileiros em que os peemedebistas não alimentam nenhumasintoniacomoPT.
Com os tucanos
Na estratégia que está concebendo para 2018, Mauro Mariani quer como aliadopreferencialoPSDB,oqueporsisójá é uma clara sinalização para os petistas. É com os tucanos que o PMDB vai buscar coligações nas eleições do próximo ano, especialmente nos municípios de médio e grande portes.
Desembarque
A bancada do PSDB ganhou um senador de graça neste ano, quando em maio, Dalírio Beber sucedeu LHS. Só que antes de chegar 2016, já tomou conhecimento que vai perder um integrante. O paranaense Álvaro Dias está se transferindo para o PV. Alega que é para concorrer à Presidência, em 2018, já que o ninho dos tucanos está inacionado de pré-candidatos.
Providencial
Na verdade, Álvaro Dias é pré-candidato ao governo do Paraná. Embora não tenha convivido de perto com o governador Beto Richa, que cumpre seu segundo mandato,écorreligionáriodele.Apesardas divergências internas, para o público externo (eleitorado) pouco importa. E como Richa acumula brutal desgaste, com mais de 700% de rejeição de sua administração, Dias tratou de bater em retirada. Não quer saber de respingos e muito menos contaminação.
Mobilização
Para a deputada federal Carmen Zanotto, uma das metas a ser perseguidas em 2016 é a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que dispõe sobre a aplicação de 10% da receita bruta da União em ações e serviços de saúde pública. A vice-líder do PPS na Câmara é autora do parecer já aprovado em comissão especial, que deverá ser submetido ao plenário ainda no primeiro semestre do próximo ano.
Motivação
No Centro Administrativo e até mesmo no Palácio Residencial ninguém entendeu a postura adotada pelo deputado Fernando Coruja nas derradeiras votações do ano Legislativo, quando o peemedebista serrano votou contra o governo em, praticamente,todasasmatériaspolêmicas.
Suplente geme
Vale lembrar que Coruja é suplente e assumiu na Assembleia graças à convocação de alguns deputados eleitos para compor o Colegiado. No governo não há registro de nenhuma ponderação do exprefeito de Lages sobre os projetos encaminhados para votação antes do recesso. Teria alguma relação com a eleição de 2016 no maior colégio eleitoral do Planalto Serrano?







