Inaceitável
Durante as votações do Congresso Nacional, Câmara Federal e Senado, vimos inúmeros absurdos e uma baderna geral. Pareciam crianças no primeiro dia de aula. Poucos, muito poucos se salvaram como bons alunos. Durante horas, a maioria, ali ficou sem prestar atenção em nada.
No senado, bem menor e com apenas 81 integrantes, a sessão começou com uma hora de atraso, e uma ex-diretora geral, através da TV Senado, dizia: isso é normal; tudo bem. Como tudo bem?!
Após o excelente discurso do senado Luiz Henrique, ocupou a tribuna Renan Calheiros, que com um discurso político de ataque falou das “grandes conquistas da casa” nos últimos anos. (Quais?)
Os absurdos continuaram durante a eleição. Mesmo após inúmeras explicações, por parte da presidência, senadores tiveram de ser nominados 2, até 3 vezes, para daí então se dirigirem a urna de votação; o senador Teo Mario de Roraima precisou ser chamado 6 vezes. Alguns deles, mesmo vendo os demais depositarem o voto, não sabiam o que fazer, como proceder.
Ao final Renan Calheiros 49 votos, Luiz Henrique 31 e 1 voto nulo. Como assim voto nulo?!
Como pode essa pessoa representar um Estado? Milhões de eleitores o escolhem para representá-los e ele anula o voto?
O que vemos é que o problema não está nos políticos e sim nos eleitores.
Elegem e reclamam... elegem ... reclamam...





