SEE JORNAISQuinta-feira, 15 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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Falando de Política

Era para ser melhor... mas parece que piorou!

O Executivo enviou à Câmara de Vereadores de Ascurra o Projeto de Lei N° 021/18 que tem como objetivo alterar a norma em vigor sobre o Sistema de Mutirão para pavimentação de estradas em Ascurra. Na oportunidade o vereador Luigi Quiarelli alertou que esta PL poderia caracterizar um retrocesso para o município.

A Lei Municipal 1.136 de 2009, atual dispositivo que regulamenta o Sistema de Cooperação entre o município e moradores, define em 60% a adesão mínima do número de proprietários da rua sendo que, no projeto apresentado este valor aumentar apara80%.Nessecaso,se apenas um morador possuir propriedade que represente 21% de toda extensão do logradouro, ele poderá bater o martelo pela negativa de realização do mutirão em detrimento dos demais moradores.

SegundoLuigi,anormaanteriora2009jádefiniaem80% a adesão, e o afrouxamento desta condicionante foi o que justamente permitiu pavimentar 43 ruas entre 2009 e 2016. (De qualquer forma os moradores não participantes do mutirão estarão enquadrados nesta mesma Lei, conforme as motivações de recusa de participação).

APL,inclusive,não apresenta modelo padrão de contrato em anexo para participação do morador. Essa situação permite que por meio de um decreto o prefeito possa modificar o formulário, abrindo precedente que poderia acarretar em peso se medidas diferentes par ao Ascurrense.

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Luigi afirmou ainda que para vincular uma justificativa mais contundente à revogação da atual Lei, a PL poderia contemplar a execução completa das obras de melhoria da via, como a instalação da rede de distribuição de água tratada no local correto e calçada sco mos padrões já regulamentados.

Praticamente todos os vereadores se pronunciaram, a maioria consentindo com o pronunciamento do vereador Luigi, outros dando exemplos de como seria o projeto na prática de acordo com a realidade de Ascurra, exemplificando as inconsistências, o que coube um pedido de vista para reformulação do texto,e aprovado por unanimidade.

Bolsonaro, “O candidato das Forças Armadas”

Jair Messias Bolsonaro é um político de carreira. Conhecedor dos processos e das entranhas do governo o “Mito”, como é chamado por sua militância, ganhou destaque devido as propostas rígidas e pela não utilização do padrão 'politicamente correto'muito disseminado atualmente.

Com um virtuoso trabalho nas redes sociais, o candidato cresceu muito nos últimos anos, consoante o do desejo de mudança pela decepção que a população está sentindo em relação a velha política.

Suas propostas vão de encontro com o padrão político norte americano e israelense, permitindo posse de armas aos cidadãos (o que precisará em primeiro lugar derrubar o atual estatuto do desarmamento), incremento na legislação sobre propriedade privada em favor do proprietário, fortalecimento das forças armadas e polícias militares, inclusive com enrijecimento das leis vinculadas à criminalidade, política externa em contraposição com as praticadas pela esquerda, discordância com o loteamento das funções públicas e demais propostas que agrada precisamente ao eleitor de direita (conservador).

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Sua conduta possui como característica principal a vida pregressa à carreira política. Cursou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército e em seguida a Academia Militar das Agulhas Negras, formando-se em 1977. Serviu no 9° Grupo de Artilharia de Campanha, em Nioaque, MS, no período de 1979-81. Após isso, integrou a Brigada de Infantaria Paraquedista, onde se especializou em paraquedismo. Em 1983 formou-se em educação física na Escola de Educação Física do Exército, e tornou-se mestre em saltos pela Brigada. Em 1987, cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais(EsAO).

Em 1988 entrou na vida pública elegendo-se vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão. Nas eleições de 1990 elegeu-se deputado federal pelo mesmo partido.

O “Candidato que está em primeiro lugar nas pesquisas”, como a Rede Globo o chamava na divulgação das pesquisas eleitorais, é o único candidato teoricamente com um pé no 2° turno das eleições presidenciais até o momento.

Quemnãotemcãocaçacomgato!

O atípico processo eleitoral que o Brasil está enfrentando atualmente parte da crise moral política que tem como princípio os casos de corrupção que levaram o país a se afundar em uma recessão como poucas vezes vista antes na nossa história.

CrisemoralestaquefezoPT chegar ao cúmulo de colocar à disposição do eleitorado neste início de campanha Luiz Inácio Lula da Silva, que por fim resultou na sua impugnação, sucedido pelo indeferimento de candidatura.

A estratégia do partido é evidente. A intenção do PT após sua prisão foi de promover a impressão de que Lula seria um preso político e para isso está-se utilizando todas as maneiras para difundir essa percepção entre a população.

Contudo, as instituições jurídicas não vão permitir que o legado da classe seja jogado no lixo assim, de uma hora para outra. O impecável trabalho do Juiz Sérgio Moro garantiu essa proeza para a honrada nação.

Portanto, coube ao PT lançar o nome de um candidato transitório, sendo que durante seu governo Lula acreditava piamente em seu plano de poder, por isso não se preocupou la p i dar um sucessor à sua altura.

Fernando Haddad surgiu como essa solução de última hora (perceptível a utilização dele como quebra-galho no partido).

O PT sempre foi um partido político extremamente ativo e não poderiam demonstrar abatimento neste momento, justamente para que a sigla não viesse a sofrer ainda mais as consequências da cris eque afeta a diplomacia n apolítica.

Não há outra saída para oPTa não ser aceitar a posição de coadjuvante nestas eleições, obrigando-o a utilizar uma estratégia mais elaborada nas próximas disputas eleitorais.

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