Difícil 2...
Na edição 210 de 5 de março de 2015 apresentávamos nossa opinião sobre a situação do país que muitos questionaram, pois consideraram um exagero. Não viria nenhuma crise.
Alguns funcionários públicos ligados a grupos políticos ou pertencentes a orgãos de imprensa alegam que esta crise é criada pela maioral Globo. Será que o desemprego, as demissões, as falências que estão ocorrendo bempertinhodenóséinvençãodoplimplim?
Não. Existe uma crise sim. Alguns conseguem atravessá-la como se estivessem em mar de águas mansas, mas alguns setores da economia encontram mar revolto e naufragam.
Falta de capacidade de buscar novos rumos? Não sabemos, só podemos dizer que as consequências do desgoverno foram amplamente anunciadas.
Leiaoquedissemosháumano.
“Dificil
A situação política e econômica de nosso país está cada vez pior. Sob falsas alegações vivemos momentos de expectativas e esperanças, de que tínhamos nos tornado uma nação poderosa e sem problemas financeiros. O país do futuro agora era presente, mas as estruturas destes sonhos, construídas sobre alicerces de mentiras, engodos, fez com que tudo começasseadesmoronar.
Se utilizando de manobras políticas e econômicas como calços, estacas, para evitar que tudo desmoronasse antes das eleições de 2014, o governo tirou toda e qualquer possibilidade de salvar rapidamente nosso país.
Agora, tudo será mais demorado, pois depois de ruir, a reconstrução é mais difícil, morosa. Nossas indústrias estagnadas e o comércio interno frágil, dificultam ainda mais a reação. As estatais, contaminadas pela corrupção desenfreada, mostra a fraqueza de ideologias socialistas que nada mais são do que ferramentas para manter líderes juntos do poder e da riqueza pessoal.
É fácil pregar teorias socialistas e viver na opulênciadoscastelos,enquantoopovotrabalha para manter estes privilégios. É fácil dizer-se trabalhista, mas nunca ter realmente trabalhado. É fácil viver na mentira quando se tem um povo humilde, privado de cultura e assistência básica, que esculpido, através dos tempos, pelo poder de “reis” e “rainhas”, precisa acreditar que é possível umcidadãocomum,humildechegareconquistar a igualdade social.
Difícil é chegar lá sem se corromper e sem pisar nos seus. Sem ferir cruelmente a liberdade e asesperançasdeseuprópriopovo.“






