SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Cabeço Negro
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Coluna do Prisco

Conexão SC

O interrogatório, mediante condução coercitiva, do advogado André Agostini Moreno, servidor que atua no Deinfra (departamento responsável pelas obras estaduais), combinado com o anúncio de que o dono e os executivos da Odebrecht rmaram acordo de delação premiada, já havia posto o mundo político de Santa Catarina em alerta.

Expectativa

A apreensão gira em torno dos desdobramentos a partir da investigação do braço catarinense, agora denitivamente estabelecido pela Lava Jato. O causídico, segundo a Polícia Federal, teria recebidoR$1milhãoemumhoteldeluxo de São Paulo, no dia 23 de outubro de 2014. Ou seja, três dias antes do segundo turno das eleições daquele ano. Santa Catarina não teve segunda etapa eleitoral. O pleito estadual foi liquidado no primeiro turno daquele ano.

Destinatário

Os investigadores suspeitam que o suposto valor pego por Agostini Moreno teria a nalidade de quitar débitos de campanha. Para a PF, tudo indica que o advogado apenas transportou o valor. A empreiteira, segundo se apurou na Lava Jato, tinha organizado até um departamento para o pagamento de propinas. Corrupção institucionalizada.

Proximidade

André Agostini Moreno trabalhou com Raimundo Colombo em Lages. E também atuou em duas campanhas estaduais do atual governador.

Incógnita

A empreiteira Odebrecht não tem uma obra sequer com o governo do Estado. O que aumenta o mistério da chegadadosupostoR$1milhãoaSC.

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