Amigo Ailton Hoje pela manhã, ao acordar com o barulho da fina e fria chuva,…

Amigo Ailton
Hoje pela manhã, ao acordar com o barulho da fina e fria chuva, tirei a manhã para ler, reler e apreciar as 100 páginas do seu livro. Após uma leitura com olhar de “ave de rapina”, cheguei às seguintes conclusões: 1. Na página 23, logo no início, ao ler o tema Paixão, fiquei perplexo, quando no “S” de CHISTE, faltou a letra “S” de sorriso, onde li apenas
“orisso”. Pensei, este não é o Ailton cri-cri e criterioso que conheço.
Ainda bem, que foi apenas um engano e não comprometeu o trabalho lançado; 2. Como o combustível é para o automóvel, a inspiração é para o poeta, ninguém consegue escrever e expressar seus sentimentos sem inspiração, e no decorrer do livro você apresenta poemas onde jorra alegria, outros felicidades, outros frustrações.
Isso é normal, depende do momento da inspiração e de como o mundo, as pessoas e a sociedade se apresenta ao olhar de quem vê e escreve naquele momento; 3. Lendo os poemas/poesias, cheguei a conclusão que você possui dois grandes amores:
Apiúna e a esposa Márcia; 4. De todos os poemas/poesias que li dois foram fascinantes: a
“Oração por Apiúna” na página
75 é fantástica. Você conseguiu unir a Fé, a Natureza, o
Futuro, a Proteção e o Amor à
Mãe Pátria, em forma de poemas/poesias e Oração; 5. Na página 95 me deparei com aquilo que há de mais nobre em um homem que ama de paixão, o poema dedicado à esposa Márcia. Ailton tem um ditado popular “vulgar” que diz: “mulher e cachaça em qualquer lugar se acha”. Mulheres para o prazer existem em qualquer esquina, mas mulheres que nos acolhem e nos confortam no sofrer, na dor, na desilusão, são poucas.
São as Márcias da vida, as
Maurinas da vida; 6. Amigo Ailton, muitas vezes a autoridade se consegue pelo poder (dinheiro) ou pela competência intelectual (conhecimento). Dentre tantas pessoas deste segundo grupo temos:
Frei beto, Betinho, Ghandi,
Madre Teresa de Calcutá, Irmã
Dulce, Papa Francisco, Chico
Xavier, Mandela e tantos outros que são totalmente desapegados do material, por outro lado, são e foram pessoas instigadoras e que lutam pela justiça.
Ailton, seus verdadeiros amigos que não enchem uma mão, como escreve no livro, são pessoas como você, simples e desapegadas das coisas terrenas, pois tudo aquilo que aqui na terra adquirirmos, aqui ficará.
7. Finalizando diria que, Apiúna tem de se orgulhar de você e não você de Apiúna, porque
Apiúna nada poderá fazer pelo
Ailton, mas o Ailton pode fazer muito por Apiúna, aliás, já fez muito e nem sempre foi reconhecido e valorizado. A esposa
Márcia é a razão da sua vida e do seu viver.
Parabéns pelo livro, parabéns pela capa, pela encadernação, parabéns pela escrita que, ortogramaticalmente, não percebi nenhum erro que destoasse o teor e o sentido das frases contidas nos poemas/poesias, que retratou momentos de inspiração do nobre autor, poeta e amigo.







