A decadência do PT
Além dos altíssimos índices de rejeição aferidos por diferentes institutos (Paraná e Ibope) em relação ao PT e a Lula da Silva, o partido enfrentará outro problema no pleito de 2016, que deve ser a eleição mais difícil para sigla desde que ela se consolidou como alternativa de poder (antes mesmo de chegar à presidência). A falta de nomes com maior densidadeeleitoralparaadisputanasprincipaiscidadescatarinenses.
Em Florianópolis, o partido vem com uma novidade, o jovem advogado Gabriel Kazapi, que até pode surpreender, mas que dificilmente entrará na disputa pelo segundo turno. Em Joinville, o partido caminha ladeira abaixo desde a derrocada, combinada com uma gestão desastrosa, de Carlito Merss. Depois disso, nenhuma outra liderança petista ganhou corpo parasonharemadministraramaiorcidadedoEstado.
Em Blumenau, o quadro não é muito diferente. Décio e Ana Paula Lima, que foi candidata em 2012, estão fora do páreo. O candidato deve ser o vereador Jefferson Forest, queégenrodocasal.
Atéporque,DéciojátransferiuodomicílioeleitoralparaItajaí.Elechegacomestruturae experiência à cidade portuária, mas vai enfrentar fortes resistências. O hoje deputado federalnasceuemItajaí,massaiudaliparaconstruirtodasuacarreirapolítica.
Com informações da Agência Adjori. Texto revisado pela redação.





