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Queremos que nossos clientes não sejam somente tomadores de crédito

Em entrevista à Agência Adjori de Jornalismo, o diretor-superintendente do Banco do Empreendedor, Luiz Carlos Floriani, fala sobre o crescimento da instituição. No mesmo ano em que comemorou seus 15 anos de existência, a organização foi a primeira colocada do Prêmio Top One de Marketing e Vendas ADVB/SC 2014, que confere distinção a empresas que ousaram nas estratégias para conquistar os consumidores, fomentando o mercado de marketing e vendas.

Queremos que nossos clientes não sejam somente tomadores de crédito
Entrevista: Luiz Carlos Floriani, diretor-superintendente do Banco do Empreendedor AdjoriSC/Arquivo

Agência Adjori de Jornalismo – Quais as ações do Banco do Empreendedor poderiam ser destacadas em 2014?

Luiz Carlos Floriani – Uma das iniciativas mais relevantes é a estadualização. Nesses últimos três anos, saímos de nove unidades de atendimento para alcançarmos, neste ano, 24, instaladas em 21 cidades catarinenses, com contratos firmados em 102 municípios daqui e oito do Paraná. Isso demonstra nossa capacidade de capilarizar o atendimento, de chegar nos “rincões” onde o empreendedor achava que ninguém iria para atendê-lo.

Adjori – Quais são as principais perspectivas para 2015?

Floriani – Atualmente temos regionais de atendimento em Caçador, Joinville, Florianópolis, Tijucas. Estamos prospectando uma possível instalação em Blumenau, além da abertura de mais duas unidades em Joinville. É preciso entender que alguns bairros de cidades como Joinville são muito maiores do que a maioria das cidades de Santa Catarina, e esse público já passa a se identificar com o próprio bairro. Em 2014 foram 11 unidades instaladas. Então, é muito importante também que se faça uma análise de como está o grau de satisfação dos clientes. Também é importante que estejamos preparados para atender uma demanda que está muito maior do que imaginávamos.

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Adjori – Com a expansão ocorrida nos últimos três anos, quais são os números relativos a operações de crédito?

Floriani – Vamos fechar o ano emprestando cerca de R$ 35 milhões, com um tíquete médio de R$ 4 mil. Então, são aproximadamente 10 mil operações de crédito feitas por uma equipe que também necessita ser repensada e ampliada, pois precisa crescer junto com a organização. Nossos parceiros vão chegar cada vez mais perto do empreendedor, levando produtos ainda mais adequados. Estamos investindo no conceito de microfinança. Pretendemos oferecer outros produtos para atender o empreendedor de pequenos negócios, como microsseguro e microprevidência. Queremos que nossos clientes não sejam somente tomadores de crédito do Banco do Empreendedor, mas que exista uma relação de parceria, que estejamos preparados para oferecer outros tipos de assistência, inclusive na área social.

Com informações da Agência Adjori / Rede Catarinense de Notícias. Texto revisado pela redação.

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