Produção de vinho colonial é regulamentada

O Congresso Nacional aprovou projeto de lei que estabelece regras para a produção e comercialização de vinho em propriedades da agricultura familiar. A proposta determina que o vinho colonial seja feito com pelo menos 70% de uvas colhidas no terreno em que a família trabalha, na quantidade máxima de 20 mil litros por ano. O envasilhamento do produto também precisa ser realizado, exclusivamente, no imóvel rural.
Para o deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC), a medida vai beneficiar uma parcela de agricultores que já atua há mais de cem anos na atividade. “A formalização deste setor vai contribuir muito para a agregação de renda nas pequenas propriedades. Esperamos que as comunidades locais se fortaleçam, gerando novos empregos e mantendo o jovem na atividade agrícola”, disse Peninha.
O projeto determina que o vinho colonial seja comercializado diretamente ao consumidor final, na sede da propriedade onde foi produzido. A venda também poderá ser efetuada em feiras de agricultura familiar ou na sede da associação de produtores rurais. Para entrar em vigor, resta a sanção da presidente Dilma Rousseff ao PL 110/13.
Com informações da Agência Câmara. Texto revisado pela redação.





