Tribunais de Contas discutem desafios contemporâneos relacionados à democracia, governança e sustentabilidade
Ao fazer a saudação inicial, o presidente do TCE/SC, conselheiro Herneus João De Nadal, destacou a iniciativa do congresso em criar um ambiente de cooperação e construção conjunta de soluções para os desafios que ultrapassam fronteiras ao reunir "quase 3 mil vozes em favor do controle externo, da cidadania e da democracia"

Ao fazer a saudação inicial, o presidente do TCE/SC, conselheiro Herneus João De Nadal, destacou a iniciativa do congresso em criar um ambiente de cooperação e construção conjunta de soluções para os desafios que ultrapassam fronteiras ao reunir "quase 3 mil vozes em favor do controle externo, da cidadania e da democracia"
Analisar e debater os desafios contemporâneos enfrentados pelos Tribunais de Contas, com ênfase na responsabilidade fiscal e social, na qualidade da gestão pública e no desenvolvimento sustentável como pilares para o avanço institucional. Esses são os objetivos do IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (CITC), aberto no fim da tarde desta quarta-feira (3/12), no CentroSul, em Florianópolis (SC).
Com o tema “Tribunais de Contas: República, Democracia, Governança e Sustentabilidade”, o IV CITC é uma realização da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC), do Instituto Rui Barbosa (IRB), do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), da Associação Brasileira de Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom) e da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas do Brasil (Audicon).
A solenidade de abertura foi marcada pelas apresentações artísticas da Camerata Florianópolis e do Balé Bolshoi, de Joinville. Ao fazer a saudação inicial, o presidente do TCE/SC, conselheiro Herneus João De Nadal, destacou a iniciativa do congresso em criar um ambiente de cooperação e construção conjunta de soluções para os desafios que ultrapassam fronteiras ao reunir “quase 3 mil vozes em favor do controle externo, da cidadania e da democracia” . “Iniciamos este congresso com representantes de três continentes — América, Europa e África — reunidos em um mesmo espaço mundial. Essa diversidade geográfica amplia o alcance deste evento e evidencia a responsabilidade global com o aperfeiçoamento da gestão pública e a consolidação de sistemas de controle realmente efetivos” , declarou.



